quarta-feira, 1 de junho de 2011

KOP

HISTÓRICO DO GRUPO

Esse grupo começa a surgir entre alunos do curso de Educação Artística com Habilitação em Música da Faculdade Paulista de Artes (FPA) e cujos interesses se convergiam: música erudita e popular, artes integradas e teatro. O núcleo Luiz F. Ricas, Rodrigo Garcia, Iara Campello e Israel Ludovico que faziam parte da mesma turma e Viviane Vivolo pertencia a turma anterior. Com isso, diversas audições do repertório erudito e de performance foram feitas por esse núcleo na FPA entre 2008 e 2010, com repertório passando por compositores como Palestrina, Bach, Mozart, Schubert, Schumann, anônimos medievais e composições próprias com linguagem contemporanêa, fora uma Performance baseada em Lygia Clark realizada na própria faculdade. O interesse em comum gerou uma grande amizade e um enorme interesse profissional e estético mútuo.

Em 2010, juntamente com o ator Antonio Revuelta e a professora mestra Patrícia Crepaldi, Iara Campello fundou a produtora Kikiza Ópera Pop, na qual o seu nome já orientava os interesses estéticos dos fundadores e atrelados: cultura popular, erudita e folclórica. Com a conclusão do cursos dos citados, a saída da faculdade de Patrícia Crepaldi e os interesses estéticos, artísticos e de linguagens em comum: Antonio, Iara e Luiz fundaram o coletivo KOP que nesse início de 2011 já começa em intensa atividade. Estão sendo elaborados nesse momento três peças teatrais (o infanto-juvenil “Trio em La Menor” baseado num conto de Machado de Assis, em fase de ensaios, o infantil “É Proibido Miar”, baseado no livro de Pedro Bernardes, em fase de adaptação de roteiro e o adulto “100 anos de Multidão”, em fase de captação de recursos), além do recital narrado “Breve História do Canto” em fase de ensaios. O Breve História do Canto integra a programação de julho (dia 2) da série “Cortinas Lyricas do Oficina”.

O coletivo tem como foco de trabalho a difusão cultural, especialmente em teatro escola e teatro empresa, utilizando da realidade do público alvo e também o trabalho artístico como fim, onde a única preocupação dos trabalhos dessa linha do grupo é a expressão artística e a busca por uma linguagem e sensibilidade estética como fim do trabalho almejado, onde os trabalhos serão permeados pela busca e pesquisa de uma linguagem expressiva própria através do rompimentos de “dogmas” artísticos e o anseio criativo em si.

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